Um viajante ia caminhando em solo distante, as margens de um grande lago
de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um
homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo,
oferecendo-se para transportá-lo.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo seus olhos perceberam o que pareciam
ser letras em cada remo.
Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pôde observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.
Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remando com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante. Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, à outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
– Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente, é preciso ACREDITAR
e também AGIR para que possamos alcançá-lo!
Autor desconhecido
-O Papagaio come milho.
periquito leva a fama.
Cantam uns e choram outros
Triste sina de quem ama.
-Um, dois, feijão com arroz,
Três, quatro, feijão no prato,
Cinco, seis, falar inglês,
Sete, oito, comer biscoito,
Nove, dez, comer pastéis.
-Eu sou pequena,
Da perna grossa,
Vestido curto,
Papai não gosta
-Por detrás daquele morro,
Passa boi, passa boiada,
Também passa moreninha,
De cabelo cacheado
-Tropeiro fala de burro,
Vaqueiro fala de boi,
Jovem fala de namorada,
Velho fala que foi.
-Era uma bruxa
À meia-noite
Em um castelo mal-assombrado
com uma faca na mão
Passando manteiga no pão
-A sempre-viva quando nasce,
toma conta do jardim
Eu também quero arranjar
Quem tome conta de mim
-Batatinha quando nasce,
Se esparrama pelo chão,
Mamãezinha quando dorme,
Põe a mão no coração.
–Palminha
Palma, palminha,
Palminha de Guiné
Pra quando papai vié,
Mamãe dá a papinha,
Vovó bate cipó,
Na bundinha do nenê.
– Homem com homem
Mulher com mulher
Faca sem ponta
Galinha sem pé
– Enganei um bobo
Na casca do ovo!
– Vá à …
Já fui e já voltei!
Burro que nem você nunca encontrei
– Zé Capilé!
Tira bicho do pé
Pra tomar com café!
– Aparecida! (ou Cida!)
Come casca de ferida
Amanhecida!
– Cala a boca!
Cala a boca já morrei
Quem manda em você sou eu!
– Coco pelado
Caiu no melado
Quebrou uma perna
Ficou aleijado
–Uni, duni,tê
Uni, duni, tê,
Salamê, mingüê,
Um sorvete colorê,
O escolhido foi você!
– O cochicho
Quem cochicha,
O rabo espicha,
Come pão
Com lagartixa
– Rei Capitão
Rei, capitão,
Soldado, ladrão.
Moça bonita
Do meu coração
– Fui à feira
Fui à feira comprar uva. Encontrei uma coruja,
Pisei no rabo dela.
Ela me chamou de cara suja
–Os dedos
Dedo mindinho,
Seu vizinho,
Pai de todos,
Fura bolo,
Mata piolho..
– Batatinha quando nasce
se esparrama pelo chão.
Menininha quando dorme
põe a mão no coração.
– Chuva e sol, casamento
de espanhol.
Sol e chuva, casamento
de viúva.
– Meio dia
Meio dia,
Panela no fogo,
Barriga vazia.
Macaco torrado,
Que vem da Bahia,
Fazendo careta,
Pra dona Sofia.
– PAPAGAIO LOURO
Papagaio louro
Do bico dourado
Leva essa cartinha
Pro meu namorado
Se tiver dormindo
Bate na porta
Se tiver acordado
Deixe o recado.
–O cemitério
No portão do cemitério,
Tério, tério, tério,
Duas almas se encontraram,
Traram, traram, traram.
Uma disse para a outra,
Outra, outra, outra,
Você é uma vagabunda,
Bunda, bunda, bunda,
Mas que falta de respeito,
Peito, peito, peito
Mas que peito cabeludo,
Ludo, ludo, ludo




