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Se um cachorro fosse professor, você aprenderia coisas assim:

Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.

Nunca perca uma oportunidade de ir passear.

Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.

Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.

Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.

Corra, pule e brinque todos os dias.

Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.

Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.

Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquido e deite debaixo da sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.

Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado…volte e faça as pazes novamente.

Aproveite o prazer de uma longa caminhada.

Se alimente com gosto e entusiasmo.

Coma só o suficiente.

Seja leal.

Nunca pretenda ser o que você não é.

E o MAIS importante de tudo….

Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

A amizade verdadeira não aceita imitações!!!

E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE DIZEM SER IRRACIONAL!!!!

Ramiro Ros

Conto

Havia numa cidade uma velhinha magrinha, alta, toda descabelada parecendo ter uns 90 anos de idade. Ela todas as noites de lua cheia aparecia em frente ao cemitério Cruz e ficava lá pedindo esmola.

Um dia um grupo de alunos deu uma festa no Stilus Halloween, uma danceteria que ficava perto do cemitério Cruz. Foi uma festa sinistra, de arrepiar, de arromba que deixou a galera animada. A festa rolou até altas horas da madrugada, quando a turma decidiu voltar para casa.

No caminho de volta da festa a galera passou em frente ao cemitério e viu uma velhinha pedindo esmola. Os garotos acharam muito esquisito, mas como eram gentis foram lá vê-la e um dos jovens perguntou:

– A senhora não tem medo de ficar aqui até essa hora da noite?

Ela então respondeu:

– Quando eu era viva eu tinha.

Ao ouvir isso todos saíram correndo.


A ingratidão praticada de forma intencional e consciente revela o quanto de MAL existe na alma de quem a produziu.

A turma foi dividida em equipes de 4 integrantes. Foram lidas e esclarecidas as regras do jogo. Por meio deste jogo as crianças puderam perceber rimas entre as palavras, relacionar a divisão silábica e destacar a sílaba final.

O jogo, não apresentou dificuldades aos estudantes. O interessante foi a forma em que eles cruzaram as informações do jogo e inovaram acrescentando trincas que não haviam sido categorizadas nas regras.

Foi o caso das trincas bola-mola-cola e janela-panela-fivela. Por terem a última sílaba idêntica nas duas trincas, apesar da diferença no número de sílabas de cada uma delas, novos arranjos foi possível com a combinação das duas trincas, despertando nos alunos exercícios mentais que envolvem processos de análise combinatória.